As lajes de pedra rosada, soltas pelos gritos salivantes de um moribundo vento, são como cutelos de aço fleumático que rasgam e desfazem os meus sonhos e as minhas mais campestres e inocentes ilusões.
Odeio esses deuses que arremessam julgamentos do alto dos seus tronos de veludo azul e dourado, como se pudessem condicionar a minha própria vontade e existência.
Deixem-me por favor, larguem-me!
Odeio esses deuses que arremessam julgamentos do alto dos seus tronos de veludo azul e dourado, como se pudessem condicionar a minha própria vontade e existência.
Deixem-me por favor, larguem-me!
4 comentários:
Todos nós somos deuses que arremessam julgamentos do alto dos nossos próprios tronos. Mas o meu trono é vermelho de luxúria e paixão; afinal ninguém emrece mais que luxúria. Até cair de podre...
Julgar quem julga não deixa de ser um julgamento, tão tolerável e puro como qualquer acto humano tolerável e puro.
E olho à minha volta e vejo um muro de espelhos. Eu próprio sou espelhado, marcado por alegorias ridiculamente absorventes. Mas espelho a realidade. E não quebro...
Hum... verdade, verdade... não sei se gostei mais do post ou so comentário acima...
Mas onde anda o sr blogger?? foi de férias??
"Deixem-me por favor, larguem-me!"
=D tá lá...
como alguém disse(jorge palma)"sentei à mesa os meus demónios" o problema é k agr n m apetece mm nd confrontar-me com td o k m apodrece por dentro...fica para a próxima...
já sabes k adorei o texto!**
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